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APRES
- Sindicato dos Professores Municipais de Restinga Sêca/RS
No dia 29 de maio de 1985, professores de
primeiro e segundo graus do Município de Restinga Sêca,
reunidos em Assembléia Geral, nas dependências da Escola
Estadual Érico Veríssimo, decidiram fundar uma associação
de professores, aberta a todos os professores do município
de Restinga Sêca, tendo como objetivos: defender e
reivindicar os interesses da classe, atuar em
empreendimentos educacionais, recreativos e beneficentes,
dentre outros.
Na mesma oportunidade foi eleita a Diretoria
provisória tendo como presidente o professor Irineu José
Dalmaso.
Em 29 de junho de 1985, foi aprovado, em
Assembléia, o Estatuto da Associação dos Professores de
Restinga Sêca. Nesta data foi eleita a primeira Diretoria da
APRES, permanecendo na presidência o professor Irineu José
Dalmaso.
Nos dias 13 e 14 de agosto de 1987,
realizou-se a eleição da nova Diretoria da APRES, sendo
eleita para presidente a professora Beatriz Lourdes de Lima
Borges.
Foi durante este período que os professores
da rede Municipal de Ensino começaram a fazer parte mais
ativamente da APRES pois, até então, a maioria dos
associados era de professores estaduais.
Em 17 de julho de 1989, assume a presidência
a professora da rede municipal Cleone Barazzutti..
Em 19 de julho de 1991, a professora Cleone
foi reeleita, tendo sido substituída no período de abril a
outubro de 1992 pela vice-presidente professora Elisane
Dotto.
Neste período começaram as negociações com a
Administração Municipal em busca da melhoria da qualidade de
ensino, melhoria de salário, o Regime Estatutário e um maior
acompanhamento dos Projetos de Lei que tramitavam na Câmara
Municipal de Vereadores, especialmente, o Projeto do
Estatuto do Funcionalismo Municipal.
Após oito anos de caminhada, a ASSOCIAÇÃO
DOS PROFESSORES MUNICIPAIS DE RESTINGA SÊCA, em Assembléia
Geral Ordinária, realizada no dia 07 de Agosto de 1993,
transforma esta Associação em Sindicato, passando a
denominar-se
APRES
– SINDICATO DOS PROFESSORES MUNICIPAIS DE RESTINGA SÊCA.
Na oportunidade foi aprovado o Estatuto da APRES-Sindicato e
eleita a Diretoria Provisória, com mandato de um ano, tendo
como presidente a professora Ilva Terezinha Mozzaquatro.
Em 03 de dezembro de 1994, efetiva-se a
eleição da Diretoria da APRES-SINDICATO, ficando na
presidência a professora Cleone Barazzutti que em 1996 se
desligou do magistério municipal, assumindo, então, a
presidência, a Secretária Geral, professora Andréa Gehrke.
Neste período, começaram as sucessivas
audiências entre os representantes do Sindicato, juntamente
com o Assessor Jurídico e a administração municipal, para a
elaboração do Plano de Carreira e de um Plano de Saúde que
abrangesse todos os professores municipais e também o
pedido da liberação de um membro da diretoria para
trabalhar na APRES.
No dia 06 de dezembro de 1997, elegeu-se a
nova diretoria da APRES – Sindicato para o triênio 1998 a
2000, ficando na presidência a professora Ivelise
Mostardeiro Borges Pereira.
Durante o ano de 1998 e 1999, foram
realizadas várias reuniões da diretoria do Sindicato e de
uma comissão paritária para elaborar o Plano de Carreira
do Magistério Público Municipal.
No dia 12 de agosto de 1998, realizou-se a
primeira paralisação do Magistério Público Municipal de
Restinga Sêca convocada pela APRES, da qual participaram 117
professores, os quais estiveram reunidos durante todo o dia
no CASEB. Também se fizeram presentes nessa reunião
representantes da Secretaria de Educação, da Secretaria de
Finanças, os Assessores Jurídicos da APRES e da Prefeitura
Municipal e o Prefeito Municipal para juntos discutir o
Plano de Carreira e a melhoria na qualidade de ensino.
No dia 17 de agosto, do mesmo ano, houve
outra paralisação com a presença de 90 professores, com o
mesmo objetivo da anterior. Nesta data foi concedido um
abono de R$ 35,00 aos professores, pelo período de três
meses, ou até a aprovação do Plano de Carreira e chegava a
notícia de que estava sendo elaborado um Plano de Saúde:
PASS UNIMED que contemplaria os funcionários municipais que
o desejassem.
O dia 15 de outubro de 1999, realizou-se
mais uma paralisação do Professores municipais, convocada
pela APRES, com a presença de 102 professores, quando foi
discutido e aprovado pelos professores o Plano de Carreira
do Magistério Público Municipal de Restinga Sêca.
No mês de junho de 2000, houve a designação
de um professor, membro da diretoria da APRES, para exercer
suas atividades no Sindicato, sediado na sala 44 do prédio
do Centro Administrativo Municipal.
A Diretoria para a gestão 2001/2003 tomou
posse em 02 de janeiro de 2001. Como a Presidente eleita
Ivelise Mostardeiro Borges Pereira assumiu a Secretaria
Municipal de Educação Cultura e Desporto, não sendo por isso
permitido pelo Estatuto Sindical que ela permanecesse como
membro da diretoria, a presidência deste Sindicato ficou a
cargo da secretária geral, Isalete Maria Tondo.
Como percebemos, a luta pela valorização
dos profissionais da Educação tem sido uma caminhada que se
processa há longo tempo e com certeza ainda se tem muito a
caminhar.. No mês de maio de 2001, houve mais uma
paralisação dos professores e funcionários de escolas, por
decisão da categoria, durante a qual foram realizadas
reuniões nas escolas e três Assembléias com mais de cem
participantes em cada uma delas. A principal reivindicação
era 20% de reajuste salarial na data base, 1º de maio, em
virtude das perdas da categoria e a contestação do reajuste
de 43% concedido a alguns cargos políticos da Administração.
O índice concedido, 8% (oito por cento), não foi o
desejado, mas aceito como solução imediata, condicionado a
novas negociações.
A categoria se uniu e mostrou a disposição de
continuar lutando pela qualidade da educação e pelo
reconhecimento do trabalho dos profissionais que têm em suas
mãos a difícil e importante missão de educar, por
acreditarem que a transformação social só será possível se
esta acontecer com a educação.
A APRES-SINDICATO conta hoje com 150
associados.
Qual
é a importância de ser sócio da APRES?
A organização sindical tem como objetivo principal a defesa
dos direitos e interesses coletivos e individuais da
categoria profissional a qual representa, podendo atuar
também na defesa do meio ambiente, do consumidor e na
administração pública, atingindo assim toda a coletividade.
A APRES vem trabalhando no sentido de
defender os interesses diretos da categoria (professores e
funcionários) nas questões que envolvem os seus direitos
básicos para que sejam
valorizados
como
profissionais
da
educação,
tenham uma remuneração condigna e melhores condições de
trabalho.
A APRES oferece também, entre outros
serviços, assessoria jurídica aos seus associados, convênios
com farmácias e com cirurgiões-dentistas
Continuamos mobilizados, professores e
funcionários, pois como nos diz Paulo Freire
"educar exige a convicção de que a mudança é possível". |